sábado, 24 de maio de 2014

K

Agora

Agora,
nasceu o Sol,
já as nuvens 
se esfarriparam para algures,
e o vento,
(ah o vento!)
esse foi-se esmorecendo
pelos caminhos do sul.
Agora,
é o tempo das colheitas,
do trigo 'prenho',
da claridade 
e do assalto da alegria.
Agora,
é o tempo das redes luzentes,
faiscantes de vida 
e de esperança.
Agora,
é o meu tempo
e o tempo desta terra
em que nasci,
pai-mãe dos meus sonhos
e chão-minha-Pátria,
e terra a que chamo Nação!
(Foto do autor obtida com telemóvel:
Berlenga Grande, Verão 2011)

N.A. - "Agora" é também o tempo do texto tosco, previsível

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quarta-feira, 14 de maio de 2014

K

arbóreas

Amo as árvores:
com a sua sombra,
ladeiam a entrada
do meu jardim,
à sua sombra
voo pelas áleas 
onde se escondeu 
a loucura que me acomete.

As minhas árvores herdarão
os sonhos que nunca tive,
os desvarios
e as prevaricações,
os sentidos sem sentido.

Em frente ao meu jardim
moram as rosáceas
de velhas catedrais,
onde se oculta,
num estreito sacrário,
toda a pureza que me escapa.  
(fonte da imagem:
https://www.google.pt/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&docid=1Ai0coMU-dAbvM&tbnid=GGDBZuyKvriKNM:&ved=0CAQQjB0&url=http%3A%2F%2Fwww.tripadvisor.co.uk%2FLocationPhotoDirectLink-g187371-d192291-i75071354-Cologne_Cathedral_Dom-Cologne_North_Rhine_Westphalia.html&ei=hJNzU8CvA8Wd7QbKvYCIDQ&bvm=bv.66699033,d.d2k&psig=AFQjCNEKvPbcGJAULmXN8XPcOaN8FF8IYw&ust=1400169707211538)


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sábado, 10 de maio de 2014

K

sábado, 3 de maio de 2014

K

(...)

Hoje queria deixar-vos aqui algo sublime, inesquecível.
Afinal, as palavras são apenas filas entediantes, o verbo não se solta,
nada qualifica seja o que for. 
Quatro linhas são o que resta de um sonho...

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"[...] Apesar de tudo o que se passa à nossa volta, sou optimista até ao fim. Não digo como Kant que o Bem sairá vitorioso no outro mundo. O Bem é uma vitória que se alcança todos os dias. Até pode ser que o Mal seja mais fraco do que imaginamos. À nossa frente está uma prova indelével: se a vitória não estivesse sempre do lado do Bem, como é que hordas de massas humanas teriam enfrentado monstros e insectos, desastres naturais, medo e egoísmo, para crescerem e se multiplicarem? Não teriam sido capazes de formar nações, de se excederem em criatividade e invenção, de conquistar o espaço e de declarar os direitos humanos. A verdade é que o Mal é muito mais barulhento e tumultuoso, e que o homem se lembra mais da dor do que do prazer."

Iniciativa Legislativa de Cidadãos contra o Acordo Ortográfico. Leia, assine e divulgue! Sopro Divino

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