sábado, 24 de maio de 2014

K

Agora

Agora,
nasceu o Sol,
já as nuvens 
se esfarriparam para algures,
e o vento,
(ah o vento!)
esse foi-se esmorecendo
pelos caminhos do sul.
Agora,
é o tempo das colheitas,
do trigo 'prenho',
da claridade 
e do assalto da alegria.
Agora,
é o tempo das redes luzentes,
faiscantes de vida 
e de esperança.
Agora,
é o meu tempo
e o tempo desta terra
em que nasci,
pai-mãe dos meus sonhos
e chão-minha-Pátria,
e terra a que chamo Nação!
(Foto do autor obtida com telemóvel:
Berlenga Grande, Verão 2011)

N.A. - "Agora" é também o tempo do texto tosco, previsível

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2 Comentários:

Blogger Daniel C.da Silva (Lobinho) disse...

"Agora é o meu tempo
e o tempo desta terra onde nasci"...


Porque tem de ser sempre :)

abraço

segunda-feira, 26 maio, 2014  
Blogger Nilson Barcelli disse...

Espero que sim, que este seja o teu tempo e o da nação. Mas, o desta é bem mais complicado...
Magnífico poema.
Abraço, caro amigo.

terça-feira, 03 junho, 2014  

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"[...] Apesar de tudo o que se passa à nossa volta, sou optimista até ao fim. Não digo como Kant que o Bem sairá vitorioso no outro mundo. O Bem é uma vitória que se alcança todos os dias. Até pode ser que o Mal seja mais fraco do que imaginamos. À nossa frente está uma prova indelével: se a vitória não estivesse sempre do lado do Bem, como é que hordas de massas humanas teriam enfrentado monstros e insectos, desastres naturais, medo e egoísmo, para crescerem e se multiplicarem? Não teriam sido capazes de formar nações, de se excederem em criatividade e invenção, de conquistar o espaço e de declarar os direitos humanos. A verdade é que o Mal é muito mais barulhento e tumultuoso, e que o homem se lembra mais da dor do que do prazer."

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