segunda-feira, 4 de março de 2013

auto-guerrilha

Surrealismo Dos Atos
Sabe-me a sal esta tristeza,
dissolvida em lágrimas,
entre sombras.
Há um véu,
um cão negro
que me segue.
Os sons são ruídos,
os sorrisos,
esgares.
Também me ataco,
num confronto repisado,
os braços como canhões
em roda viva.
Cansaço...
é neste morticínio,
neste leva e traz
que a minha mente
se deleita,
que cubro os meus olhos,
o cão negro ao colo,
uma moleza resignada,
um sorriso esbatido...
(
fonte da imagem:
http://surrealismo.blogspot.pt/2011/03/in-memoriam-parar-nao-paro.html)

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