quinta-feira, 25 de novembro de 2010

triunfo II

Vai caindo o ocaso,
lento, suave;
nos meus sonhos
há uma floresta de acasos;
lasco a pedra,
sinal raro de uma luta que não travo;
sonho, talvez com o tempo,
em que erguerei o punho,
quase aberto, 
para os horrores dos animais,
dos homens quase mestres
do estancar de proezas;

Então o sonho mergulhará
na minha fronte,
e ficarei solto,
entre ventos de agora,
em vales de poeiras douradas (...)
(fonte da imagem:
http://spedeus.blogspot.com/)

1 comentário:

Nilson Barcelli disse...

Magnífico.
Estás a escrever cada vez melhor.
Um abraço.