sexta-feira, 28 de agosto de 2009

clemência

Cabe na palma da mão
o estreito patamar
da loucura
como se fosse
um precipitar
permanente
(excerto do poema "O cabo", publicado por Paula Raposo em "As minhas romãs")

na mão direita a loucura,
na esquerda a absolvição,
solta-se então a conjura
demente, rouca maldição
(imagem retirada da net)

3 comentários:

silvana disse...

Olá,

É sempre uma grande felicidade quando encontro bons poetas a navegar neste mar imenso que é a internet.
Li muitos dos teus textos e e me apaixonei.Voltarei sempre.

Jaime A. disse...

És muito bem-vinda e muito obrigado pela qualificação que me atribuis.

Paula Raposo disse...

Excelente!! Adorei...obrigada por me mencionares, por te ter dado o mote. Fico feliz por isso. Muitos beijos.