quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Sol


O sol baixava
num horizonte equilátero,
espalhava-se,
quase quieto.
As águas,
os montes,
abraçavam-no,
em jeito de cor.
O marulhar,
as folhagens,
o passaredo,
todos o seduziam
num cair,
tão lento,
tão fugaz,
tão estrepitosamente vermelho,
num azul em fundo.

5 comentários:

helena disse...

Quim
Adoro este teu lado solar.
Poema lindíssimo!
Um beijo

Anónimo disse...

Joaquim,

Bonito...

1 abraço,

Vítor Gonçalves

pedro_nunes_no_mundo disse...

Poesia que nos aquece à chuva...

Quem como ela?

Joaquim Sobral Gil disse...

Muito obrigado, Helena.
Sempre animadora, sempre motivadora.
Bem hajas.

ANA LUCIA disse...

TENHA UM BOM FINAL DE SEMANA.
ADOREI ACHAR UMA COISA SUA EM MEU BLOG...
OBRIGADO!!!
BEIJOS NO CORAÇÃO....
ANA