quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

Vós

Uma voz.
Nada diz.
Apenas o suave batuque
das esperas que se não ouvem.
Perto,
tão perto,
ouço,
gritantes,
os longínquos
pulsos que me circulam,
veias adentro.
A voz,
sempre a voz,
da espera...

3 comentários:

pedro_nunes_no_mundo disse...

Colagem de títulos deste blog:


"Vós: este amigo comentar a Preciosa Realidade."

Por isso, o regressar sempre...

Joaquim Sobral Gil disse...

Sempre, Pedro.
É nessa certeza que nos escoramos e vamos seguindo por caminhos que, tantas vezes, nem nós próprios talhamos.

Poesia Portuguesa disse...

É nas esperas que melhor ouvimos o nosso coração...

Gostei deste Vós...

Um abraço ;)