quarta-feira, 27 de junho de 2018

augúrio

À noite,
até a luz se espraia 
em gestos vítreos,
em gestos de oiro,
pelas plantas
incertas do seu verde,
duvidosas da flor
ostentada em riste
de humilde presságio.
 
(foto autor obtida com telemóvel)


1 comentário:

Graça Pires disse...

À noite a luz vem vindo cheia de cumplicidade que só as plantas e as aves nocturnas reconhecem… Um magnífico poema!
Uma boa semana, Jaime.
Um beijo.


Tenho andado sem conseguir comentar-te e desisti. Mas agora consegui…