domingo, 18 de dezembro de 2011

entre

Fundo-me
no escuro,
no urgente 
suor cálido.
E nessa fusão,
cristaliza,
decompõe-se,
o resto das palavras
que me afogam
numa - quase - interfase
corpo-corpo, espelho-espelho,
em nula intersecção...

(fonte da imagem:

1 comentário:

Lídia Borges disse...

Um poema quase geométrico entre dois planos intocáveis, inseparáveis, contudo!...

Um beijo

L.B.