quinta-feira, 26 de maio de 2011

acima

Quado for esquecido,
será a vida,
serão os termos
e as condições e as coacções.

Então serei esgar,
brisa esquecida,
e o tempo será o meu repouso,
o desfraldar das minhas posses
em vagos gestos de langor...
(fonte da imagem:
http://amiral2020.unblog.fr/)

3 comentários:

Rafeiro Perfumado disse...

Desde que não seja um tornado esquecido, tudo bem...

Graça Pires disse...

Um poema muito melancólico, a lembrar-nos que um dia seremos apenas brisa, ou nem tanto...
Um beijo.

Nilson Barcelli disse...

Esquecidos, seremos nada.
Nem sequer a lembrança...
Caro amigo, um abraço.