quarta-feira, 6 de janeiro de 2010




Queria que o musgo me cobrisse
[em jeito brando, de cantochão]
e se apaziguassem as sombras,
os triunfos entardecidos,

{frugais... }

(imagem retirada de abcgallery:
Canaletto, "Capriccio:
ruínas e edifícios clássicos")

4 comentários:

Paula Raposo disse...

Gosto sempre de te ler...beijos.

Nilson Barcelli disse...

Palavras e foto muito bem integrados. Achei o conjunto muito interessante.
Abraço.

maré disse...

queria a serenidade que chega ao crepúsculo ou a eternidade de um leve rumor que me devolva aos princípios da origem.

__ frágil é o meu corpo nos ventos da memória.


___
um beijo Jaime

Graça Pires disse...

Gostei muito do poema.
E vou citar-me:
mal se distingue já o som
de quantas vozes perturbaram
o musgo na encosta de mim
quando o gosto das maçãs
era primitivo e puro
e o sol acendia comigo
o sul de todas as madrugadas.
Um beijo, amigo.