terça-feira, 15 de dezembro de 2009

esperança














Um luto,
assim mesmo;
a tecitura, o branco,
e a claridade que desaloja já
as valas na fundura do estremecimento,
no entardecer das memórias, nas imagens soluçadas...

(inspirado em Graça Pires no seu
(imagem retirada da net)

2 comentários:

Paula Raposo disse...

A poesia da Graça é linda! O teu poema também.
Beijos.

maré disse...

assim

como quem deixa ao acaso

as lambidelas de uma luz que redime


*

ou não fosse a Graça uma deusa de olhar profundíssimo sobre os corredores da alma.
e eu que tenho o imenso privilégio de a ter no coração

um beijo Jaime, nocturno. ainda assim de estrelas