segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

caminho

a canção das águas
feriu os ouvidos
das manhãs pontiagudas;
sentiram o olhar,
penetrante até doer;
(...)
que caminho este 
tão longo,
tão adiado,
até ao esquecimento
da planície dos juncos sem-fim...

(inspirado num poema de marés
editado no seu blogue marés de espanto)





 
 
 
 
 
 
 
 

   (imagem retirada da net)

2 comentários:

Nilson Barcelli disse...

Estás a escrever cada vez melhor.
Continua, caro amigo.
Feliz Natal, extensivo à tua família.
Abraço.

maré disse...

deixo um desejo simples:
aquele que aquece o sorriso e nasce do coração.um tempo de calor e amor. para que o caminho seja um brando colo de águas.

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Festas Felies Jaime

e a ternura de um sorriso