sexta-feira, 13 de abril de 2012

K

incerteza

Hesito,
e é na reticência 
que me agasalho.
É nebuloso o sonho
e urgente a magia:
talvez seja hoje
que as minhas palavras
inquietem as ervinhas
do teu abraço.
Regresso,
na hesitação
dos passos
em que ainda me perco.
Agora,
estico o braço
que entra pelo amanhã dentro,
e retorno
ao fim,
ao limiar
da manhã de Adão.

(fonte da imagem:
http://www.google.com/imgres?hl=pt-PT&gbv=2&biw=1117&bihhttp://www.google.com/imgres)

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1 Comentários:

Blogger Nilson Barcelli disse...

"talvez seja hoje
que as minhas palavras
inquietem as ervinhas
do teu abraço."
Gostei do teu poema.
É magnífico.
Abraço, sem ervinhas...

quarta-feira, 18 abril, 2012  

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"[...] Apesar de tudo o que se passa à nossa volta, sou optimista até ao fim. Não digo como Kant que o Bem sairá vitorioso no outro mundo. O Bem é uma vitória que se alcança todos os dias. Até pode ser que o Mal seja mais fraco do que imaginamos. À nossa frente está uma prova indelével: se a vitória não estivesse sempre do lado do Bem, como é que hordas de massas humanas teriam enfrentado monstros e insectos, desastres naturais, medo e egoísmo, para crescerem e se multiplicarem? Não teriam sido capazes de formar nações, de se excederem em criatividade e invenção, de conquistar o espaço e de declarar os direitos humanos. A verdade é que o Mal é muito mais barulhento e tumultuoso, e que o homem se lembra mais da dor do que do prazer."

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