domingo, 14 de março de 2010

alvor

o meu peito
já não busca o sonho;
o meu riso
já não busca a vida; 
no atalho que me concedeste,
apenas vivem o poente
e o espólio da minha alvorada










(fonte da imagem:
http://www.tripadvisor.com,
"O amanhecer em Olímpia")

1 comentário:

maré disse...

as alvoradas
multiplicam a luz

e ainda que um parco poente

os atalhos são uma direcção no peito.

______

beijo