sexta-feira, 18 de março de 2011

K

contador

Agora,

apetece-me sentar,
contar estrelas
no diapasão temente
que me rodeia;
ouvir os címbalos,
as harpas dedilhadas.

Mãos serenas,
numa agilidade já esquecida;
num fulgor de sete beijos,
ressurge o fulgor obliterante
das fantasias tempestuosas;
restos de relâmpagos,
faustosos,
carregando uma glória
envolta no tempo
antigo…













(publicado
no facebook em 13/3)
(fonte da imagem:
http://browse.deviantart.com/)

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2 Comentários:

Blogger Graça Pires disse...

Jaime, consegues contar as estrelas como os meninos porque ainda não perdeste a inocência...
Um beijo

domingo, 20 março, 2011  
Blogger Maria Clarinda disse...

Maravilha, Jaime, perdi-me a conhecer este teu espaço...e saio deliciada. Voltarei.

segunda-feira, 21 março, 2011  

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"[...] Apesar de tudo o que se passa à nossa volta, sou optimista até ao fim. Não digo como Kant que o Bem sairá vitorioso no outro mundo. O Bem é uma vitória que se alcança todos os dias. Até pode ser que o Mal seja mais fraco do que imaginamos. À nossa frente está uma prova indelével: se a vitória não estivesse sempre do lado do Bem, como é que hordas de massas humanas teriam enfrentado monstros e insectos, desastres naturais, medo e egoísmo, para crescerem e se multiplicarem? Não teriam sido capazes de formar nações, de se excederem em criatividade e invenção, de conquistar o espaço e de declarar os direitos humanos. A verdade é que o Mal é muito mais barulhento e tumultuoso, e que o homem se lembra mais da dor do que do prazer."

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