quinta-feira, 17 de junho de 2010

queda II

Vigio os meus pulsos,
os meus punhos,
para que as sombras,
os crepúsculos,
se aninhem
nas inquietudes lassas,
nos desânimos incertos...
(fonte da imagem:

3 comentários:

Graça Pires disse...

Nas entrelinhas podem ler-se as entregas e as recusas... Um belo poema, amigo.

Rafeiro Perfumado disse...

Mais vale vigiar a cabeça, é ela que por vezes desgraça os pulsos, punhos e afins...

maré disse...

tenho quase a certexa que já me perguntei.

respondi?

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beijo