terça-feira, 27 de abril de 2010

K

já nada (...)

(...) espero apenas
a dor de me esqueceres;
as tuas ausências,
os teus silêncios
despertam apenas
vagos vazios,
vestidos de cactos vetustos,
de pálidos postes,
de vagas mordendo
os restos da praia,
num vaivém surdo
de velhas vacilantes.

(inspirado num poema de moriana publicado
no seu blogue)
(foto do autor obtida com telemóvel)

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2 Comentários:

Blogger Nilson Barcelli disse...

Belo poema, caro amigo.
Gostei das tuas palavras.

Se é a Moriana que eu conheço, a tua fonte de inspiração é excelente...

Abraço.

quarta-feira, 28 abril, 2010  
Blogger maré disse...

espero a voz
que me cante no escuro
antes da derradeira dor na espuma do esquecimento


__

quarta-feira, 19 maio, 2010  

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"[...] Apesar de tudo o que se passa à nossa volta, sou optimista até ao fim. Não digo como Kant que o Bem sairá vitorioso no outro mundo. O Bem é uma vitória que se alcança todos os dias. Até pode ser que o Mal seja mais fraco do que imaginamos. À nossa frente está uma prova indelével: se a vitória não estivesse sempre do lado do Bem, como é que hordas de massas humanas teriam enfrentado monstros e insectos, desastres naturais, medo e egoísmo, para crescerem e se multiplicarem? Não teriam sido capazes de formar nações, de se excederem em criatividade e invenção, de conquistar o espaço e de declarar os direitos humanos. A verdade é que o Mal é muito mais barulhento e tumultuoso, e que o homem se lembra mais da dor do que do prazer."

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