terça-feira, 8 de setembro de 2009

a partir de...










(imagem retirada da net: nascer do Sol no Tejo,
autoria Rosário Soares)

tocar a noite

e o seu silêncio sacro

cognitivo dos instantes.

ser pérola

em mãos relâmpago

a florir os tumescidos seios da madrugada.

atingir o imponderável momento de ser luz.

(original de marés publicado no seu blogue marés de espanto)



Estico os dedos

e toco a noite;

ao longe, drapejam as velas

da luz que se escapa

pelos seios da madrugada;

já não há silêncio,

apenas nós

e as pérolas

da improvável,

singular alvorada.

2 comentários:

Paula Raposo disse...

A fonte inspiradora e o teu poema, tudo lindo! A foto uma maravilha. Um post excelente. Beijos.

maré disse...

estarreci!!!


que fiz eu para merecer????

oh Jaime!


OBRIGADO