quinta-feira, 23 de julho de 2009

K

ode triunfal

Vejo os ventos
que os soldados escondem;
ouço o grito
que a maralha abafa.
Há passos escusos,
sonantes.
Na pedra desliza o fragor
da não entrega;
não teremos um amo,
nunca!
Nem a liberdade
esquiva, fugidia
nos oferta a sua ara.
As passadas trazem cardos
raivosos.
O sol nascente
não nos levou as grilhetas,
mas estamos longe,
tão longe
que já nem sentimos o pulso
moroso
do verdugo…

(...)


Lá fora,
entre o estampido das ondas,
há palmas,
(vivas!) :
*!!,
vinte anos depois.

(imagem retirada da net)

*liberdade










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1 Comentários:

Blogger Paula Raposo disse...

Gostei!! Beijos.

sexta-feira, 24 julho, 2009  

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"[...] Apesar de tudo o que se passa à nossa volta, sou optimista até ao fim. Não digo como Kant que o Bem sairá vitorioso no outro mundo. O Bem é uma vitória que se alcança todos os dias. Até pode ser que o Mal seja mais fraco do que imaginamos. À nossa frente está uma prova indelével: se a vitória não estivesse sempre do lado do Bem, como é que hordas de massas humanas teriam enfrentado monstros e insectos, desastres naturais, medo e egoísmo, para crescerem e se multiplicarem? Não teriam sido capazes de formar nações, de se excederem em criatividade e invenção, de conquistar o espaço e de declarar os direitos humanos. A verdade é que o Mal é muito mais barulhento e tumultuoso, e que o homem se lembra mais da dor do que do prazer."

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